Revalida

Imagem do médico com logo do revalida

O Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituições de Educação Superior Estrangeira (Revalida) foi criado em 2011, em uma ação articulada dos Ministérios da Educação e da Saúde, para ampliar a revalidação de diplomas médicos obtidos no exterior. Antes do Exame, a revalidação era restrita às Instituições de Ensino Superior (IES). Como instrumento unificado de avaliação, o Revalida tornou a revalidação mais acessível e permitiu atender ao grande fluxo de graduados em escolas médicas no exterior.

O Revalida é realizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) em colaboração com a Subcomissão de Revalidação de Diplomas Médicos. O Exame é aplicado pelo Inep, mas a revalidação é de responsabilidade de Instituições de Educação Superior públicas que aderem ao instrumento unificado de avaliação.

O Revalida é compatível com as exigências de formação das universidades brasileiras. Para aferição de equivalência curricular e definição da correspondente aptidão para o exercício profissional da medicina no Brasil, os parâmetros e critérios isonômicos seguem as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Medicina

O Exame é orientado pela Matriz de Correspondência Curricular para Fins de Revalidação de Diplomas de Médico Expedidos por Universidades Estrangeiras, que define os conteúdos, as competências e as habilidades das cinco grandes áreas de exercício profissional: Cirurgia, Medicina de Família e Comunidade, Pediatria, Ginecologia-Obstetrícia e Clínica Médica.

Finalidade

O Revalida reconhece os diplomas de médicos que se formaram no exterior e querem atuar no Brasil.
O Exame é feito tanto por estrangeiros formados em medicina fora do Brasil, quanto por brasileiros que se graduaram em outro país e querem exercer a profissão em sua terra natal.

Público Alvo

Imagem de médicos em uma mesa de cirurgia.

O Revalida é direcionado aos profissionais formados em Medicina em Instituições de Educação Superior Estrangeiras e que atendam aos seguintes requisitos:

  • Seja brasileiro(a) ou estrangeiro em situação legal de residência no Brasil;

  • Envie imagens do diploma (frente e verso), como solicitado pelo sistema de inscrição;

  • Tenha registro no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) emitido pela Receita Federal do Brasil;

  • Seja portador de diploma médico expedido por instituição de ensino superior estrangeira, reconhecida no país de origem pelo seu ministério da educação ou órgão equivalente, e autenticado pela autoridade consular brasileira.

Estrutura do Exame

As universidades públicas participam da elaboração da metodologia de avaliação, da supervisão e da aplicação da prova. O Exame tem duas etapas, aplicadas em momentos distintos.

Primeira etapa – Avaliação Escrita
Composta de uma prova objetiva com 100 questões de múltipla escolha, com quatro alternativas de respostas, e uma prova discursiva, com cinco questões. Os participantes têm cinco horas para resolver a prova objetiva, pela manhã, e três horas para realizar a prova discursiva, no período da tarde. 

Segunda etapa – Avaliação de Habilidades Clínicas
O participante executa dez tarefas para uma banca examinadora suas habilidades para o exercício da função médica. Para isso, o participante percorre dez estações resolvendo tarefas como: a investigação de história clínica, a interpretação de exames complementares, a formulação de hipóteses diagnósticas, a demonstração de procedimentos médicos, o aconselhamento a pacientes ou familiares. 

 

Perfil do Participante

Evolução do Perfil de Participantes por Nacionalidade

Gráfico de Evolução do Perfil de Participantes por Nacionalidade

Total:
2011 -
536
2012 - 782 
2013 - 1595
2014 - 1999
2015 - 3993
2016 - 6162

Evolução do Perfil de Participantes por Origem do Diploma

Gráfico de Evolução do Perfil de Participantes por Origem do Diploma

Total:
2011 - 
536
2012 - 782 
2013 - 1595
2014 - 1999
2015 - 3993
2016 - 6162

Página atualizada em: 05 junho 2017